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	<title>inovabr, Autor em PróDigest - A Clínica do Aparelho Digestivo - Brasília/DF</title>
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	<title>inovabr, Autor em PróDigest - A Clínica do Aparelho Digestivo - Brasília/DF</title>
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		<title>CÂNCER COLORRETAL, FIQUE ATENTO!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inovabr]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 10:49:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dra. Joéle Melo Campos – CRM-DF 13.618 Titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia Médica Coloproctologista e Videocolonoscopista Clínica ProDigest – Brasília-DF O termo câncer é utilizado genericamente para representar um conjunto de mais de 100 doenças, incluindo tumores malignos de diferentes localizações. Importante causa de doença e morte no Brasil, desde 2003, as neoplasias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Dra. Joéle Melo Campos – CRM-DF 13.618<br />
Titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia<br />
Médica Coloproctologista e Videocolonoscopista<br />
Clínica ProDigest – Brasília-DF</p>
<p>O termo câncer é utilizado genericamente para representar um conjunto de mais de 100 doenças, incluindo tumores malignos de diferentes localizações. Importante causa de doença e morte no Brasil, desde 2003, as neoplasias malignas constituem-se na segunda causa de morte na população, representando quase 17% dos óbitos de causa conhecida, notificados em 2007 no Sistema de Informações sobre Mortalidade. Compreender e controlar as doenças malignas requer conhecimentos científicos e experiências que vão desde o conhecimento dos complexos mecanismos de regulação molecular intracelular às escolhas individuais do estilo de vida. Também se exige uma gestão competente e o melhor uso dos recursos disponíveis para o planejamento, execução e avaliação das estratégias de controle da doença.</p>
<p>A prevenção e o controle de câncer estão entre os mais importantes desafios, científicos e de saúde pública, da nossa época. A Política Nacional de Atenção Oncológica, incorporada pela Portaria nº 2.048, de 3 de setembro de 2009, define para o país, abrangente controle do câncer, e considera vários componentes, desde as ações voltadas à prevenção até a assistência de alta complexidade, integradas em redes de atenção oncológica, com o objetivo de reduzir a incidência e a mortalidade por câncer. Planejar é fundamental.</p>
<p>O CANCER COLORRETAL (CCR) abrange tumores que acometem o intestino grosso (cólon) e o reto, sendo que a grande maioria desses tumores tem início a partir de pólipos intestinais (lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso e reto). O câncer colorretal, com freqüência, produz sintomas pouco perceptíveis aos doentes até que a doença esteja em fase avançada. Quando o câncer colorretal é detectado em fase assintomática, o índice de sobrevida de cinco anos alcança 90%. A grande maioria dos tumores começa como pólipos benignos e por sua ressecção uma alta porcentagem de cânceres pode ser prevenida.<br />
Segundo os últimos dados publicados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) em 2014 havia estimativa de 32.600 novos caso de câncer colorretal (15.070 homens / 17.530 mulheres). Dados de 2013 convirmaram 15.415 óbitos por CCR (7.387 homens / 8.024 mulheres).<a href="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2015/10/joele.jpg"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1372" title="joele" src="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2015/10/joele.jpg?resize=613%2C195" alt="" width="613" height="195" /></a></p>
<p>Figura 1 – Pólipo intestinal (A) e Sequência de transformação malígna</p>
<p>A detecção precoce de pólipos adenomatosos colorretais (precursores do CCR) e de cânceres localizados é possível pela pesquisa de sangue oculto nas fezes e através de métodos endoscópicos, com sigmoidoscopia flexível a cada cinco anos, a partir dos cinqüenta anos (pacientes de baixo risco). Os pacientes com alto risco para desenvolvimento de câncer colorretal são rastreados com colonoscopia, a partir dos quarenta anos.</p>
<p>A colonoscopia é um exame que acessa todo o cólon, sendo considerado o exame mais acurado para a pesquisa de pólipos e neoplasias colônicas. Requer um profissional treinado (médico) para sua execução e exige preparo de cólon (limpeza intestinal) e sedação do pacientes. A colonoscopia é útil para detecção de lesões precoces ou pré-malignas, além disso possibilita, em muitos casos, a ressecção terapêutica das lesões a um só tempo.</p>
<p>Considerando os fatores de risco para se desenvolver o câncer colorretal (idade acima de 50 anos, dieta com alto teor de gordura, consumo elevado de carnes, baixo teor de cálcio, obesidade, sedentarismo, tabagismo e pouca ingestão de fibra vegetal) torna-se indispensável uma abordagem multiprofissional, com estímulo à boa alimentação e atividades físicas.</p>
<p>Finalmente, o melhor tratamento para o câncer colorretal é o diagnóstico precoce. A melhor prevenção do câncer é encontrar e remover os pólipos intestinais, além de mudanças no estilo de vida.</p>
<p>INFORMAÇÕES ESQUEMATIZADAS</p>
<p>O que é rastreamento?<br />
Rastreamento do câncer intestinal é um conjunto de atitudes que permite identificar pólipos ou câncer no intestino de forma precoce (em tempo de curar).<br />
Quando iniciar o rastreamento? Quem tem risco para câncer intestinal?<br />
A maioria das pessoas tem baixo risco ou não apresenta sintomas de pólipos ou de câncer intestinal. Existem algumas regras importantes para orientar o início do rastreamento, de acordo com o perfil individual e familiar de cada um. Estes critérios de indicação para o início do rastreamento são fundamentados no risco individual para desenvolver o câncer intestinal.<br />
Sintomas do câncer do intestino<br />
Uma indicação objetiva para realizar exames para pesquisa de pólipos ou tumor é a presença de sintomas.<br />
Tumores de intestino geralmente crescem de forma silenciosa. Nem todo sangramento pelo ânus provém de hemorróidas, assim como hemorróidas não causam câncer. Mas o sangramento proveniente de hemorróidas pode atrapalhar ou confundir o diagnóstico de câncer. Os sintomas de pólipos ou câncer intestinal só aparecem quando estão mais desenvolvidos. É recomendado que você consulte um médico especialista, sempre que apresentar:<br />
• sangramento ao defecar ou sangue nas fezes,<br />
• mudanças no ritmo de funcionamento intestinal (diarréia e constipação alternados), vontade frequente de ir ao banheiro, sensação de gases ou distensão,<br />
• dor ou desconforto abdominal ou anal,<br />
• fraqueza, anemia e perda de peso sem causa aparente.</p>
<p>Exames principais para o rastreamento<br />
Exame proctológico<br />
É o exame mais importante para detecção precoce do câncer do ânus e do reto. Este exame consiste no toque retal combinado à retossigmoidoscopia. Nos indivíduos com alto risco, ou naqueles que apresentam sintomas, o exame proctológico deve ser complementado pela colonoscopia.<br />
Pesquisa de sangue oculto<br />
É um teste laboratorial que verifica a presença de sangue não visível nas fezes.<br />
Colonoscopia<br />
É o exame em que o médico especialista avalia através de um equipamento óptico, todo o intestino por dentro. Este exame permite diagnosticar os pólipos, assim como possibilita retirá-los.</p>
<p>Quando deve ser feito e como é o exame de rastreamento?<br />
Grupo de risco normal<br />
pessoas que não apresentam sintomas, não são portadores de doença inflamatória ou não possuem história familiar. Iniciar rastreamento a partir dos 50 anos, através de:<br />
• pesquisa de sangue oculto nas fezes (anual),<br />
• retossigmoidoscopia anual ou bianual.<br />
Grupo de risco aumentado<br />
Pessoas com sintomas intestinais:<br />
&#8211; Iniciar os exames de imediato!<br />
Pessoas com antecedente pessoal ou familiar de câncer do intestino, ovário, endométrio, mama, tireóide:<br />
&#8211; Iniciar o rastreamento aos 40 anos (ou 10 anos antes do familiar com doença mais precoce) através de colonoscopia.<br />
Pessoas com antecedente de doença inflamatória intestinal (retocolite ou doença de Crohn):<br />
&#8211; Iniciar o rastreamento ao completar 7-10 anos de tratamento da doença.<br />
Medidas e atitudes para prevenção do câncer do intestino grosso<br />
• Alimentação e estilo de vida saudável são muito importantes.<br />
• Consumo de fibras (25 a 30g de fibras), frutas e vegetais frescos.<br />
• Redução de gorduras na dieta (principalmente as de origem animal).<br />
• Redução do consumo de gordura e de álcool.<br />
• Cessar o hábito do fumar.</p>
<p>Informações contidas no site da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (www.sbcp.org.br)</p>
<p>REFERÊNCIAS</p>
<p>1. Instituto Nacional do Câncer – INCA – Estimativas 2014</p>
<p>2. Screening for colorectal cancer &#8211; United States, 1997. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 1999;48:116-21.</p>
<p>3. Vernon SW. Participation in colorectal cancer screening: a review. J Natl Cancer Inst 1997;89:1406-22.</p>
<p>4. Mandel JS, Bond JH, Church TR, et al. Reducing mortality from colorectal cancer by screening for fecal occult blood. N Engl J Med 1993;328:1365-71. [Erratum, N Engl J Med 1993;329:672.]</p>
<p>5. Kronborg O, Fenger C, Olsen J, Jorgensen OD, Sondergaard O. Randomised study of screening for colorectal cancer with faecal-occult-blood test. Lancet 1996;348:1467-71.</p>
<p>6. Hardcastle JD, Chamberlain JO, Robinson MHE, et al. Randomised controlled trial of faecal-occult-blood screening for colorectal cancer. Lancet 1996;348:1472-7.</p>
<p>7. Pignone MP, Rich M, Teutsch SM, Berg AO, Lohr KN. Screening for colorectal cancer in adults. Systematic evidence review no. 7. Rockville, Md.: Agency for Healthcare Research and Quality (in press). (AHRQ publication no. 02-S003.)</p>
<p>8. Atkin WS, Edwards R, Wardle J, Northover JM, Cuzick J. UK Flexible Sigmoidoscopy Screening trial: compliance, yield and adverse effects. Gastroenterology 2000;118:Suppl:A187. Abstract.</p>
<p>9. Redelmeier DA, Shafir E. Medical decision making in situations that offer multiple alternatives. JAMA 1995;273:302-5.</p>
<p>10. Woolf SH. The best screening test for colorectal cancer — a personal choice. N Engl J Med 2000;343:1641-3.</p>
<p>11. Levi Z; Rosen P; Hazazi R; Vilkin A; Walked A; Maoz E; Birkenfeld S et al. A quantitative immunochemical fecal occult blood test for colorectal neoplasia. Ann Int Med 2007; 146-4;224-225.</p>
<p>12. Angelita Habr-Gama in http://www.coloproctologia.com.br/colorretal.htm</p>
<p>13. Sociedade Brasileira de Coloproctologia in http://www.sbcp.org.br</p>
<hr />
<p><a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/jovem-em-pijamas-com-dor-de-cabeca-pela-manha-3771115/">Foto de Andrea Piacquadio</a></p>
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		<title>Manifestações extra esofágicas (ou sintomas atípicos) da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Refluxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é muito freqüentes na prática médica, e também é considerada a doença mais  comum do tubo digestivo. Definição de DRGE : Doença  crônica decorrente do retorno do conteúdo do estômago  para o interior do  esôfago e  para os órgãos  próximos  , acarretando vários  sintomas esofágicos e  extraesofágicos, associados ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é muito freqüentes na prática médica, e também é considerada a doença mais  comum do tubo digestivo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Definição de DRGE</span></strong> : Doença  crônica decorrente do retorno do conteúdo do estômago  para o interior do  esôfago e  para os órgãos  próximos  , acarretando vários  sintomas esofágicos e  extraesofágicos, associados ou não a lesões da mucosa do esôfago</p>
<p>Episódios de refluxo de curta duração , podem ocorrer em pessoas sadias  e  esse fenômeno denomina-se refluxo fisiológico</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Causa da DRGE</span></strong> : O refluxo é causado por diversos fatores , porém existem 2 principais:</p>
<p>&#8211; Falência do “esfíncter inferior do esôfago” (músculo localizado na porção mais baixa de esôfago  )</p>
<p>&#8211; Falência do diafragma ( músculo da respiração) que se insere na transição esôfago –gástrica  .</p>
<p>Ambos em condições fisiológicas tem a função de prevenir o retorno  do conteúdo do estômago   para o esôfago.</p>
<p>A DRGE se apresenta mais  frequentemente com os chamados sintomas típicos :</p>
<p>&#8211; Pirose ( Azia)</p>
<p>&#8211; Regurgitação ( refluxo de líquidos ou alimentos do estômago à boca)</p>
<p>Estima-se que 20 % dos adultos apresentem esse sintomas  pelo menos uma vez por semana e 40 % mensalmente.</p>
<p>Existe um  subgrupo de pacientes que apresenta um conjunto de sinais  e sintomas que podem ter relação com doença do refluxo , porém sem se manifestarem de forma típica ( azia e regurgitação)  .   A esse conjunto dá-se o nome de  <strong><em>manifestações extraesofágicas  da doença do refluxo  , ou sintomas atípicos. </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os principais sinais e sintomas atípicos são: :</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;"> Pulmonares</span></em></strong> :  <span style="text-decoration: underline;">asma</span> , <span style="text-decoration: underline;">tosse crônica</span>, bronquite, pneumonia aspirativa ,  e fibrose pulmonar  idiopática, pneumonias de repetição, apnéia do sono, bronquiectasias , doença pulmonar obstrutiva crônica</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;"> Otorrinolaringológicos</span></em></strong> : <span style="text-decoration: underline;">laringite</span>, estenose  subglótica, granuloma  de prega vocal  e carcinoma de laringe, sinusite , faringite , rouquidão , pigarro, sensação de globus, otite média, úlcera de laringe</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Orais</span></em></strong> : erosão dentária , halitose( mau hálito) , aftas, alterações gengivais</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;"> Outras</span></em></strong>:  dor torácica  não cardíaca</p>
<p>Portanto deve-se lembrar que na presença de tais sintomas  ,o paciente pode ser um portador de Doença do Refluxo,  com suas manifestações atípicas</p>
<p>Normalmente os médicos gastroenterologistas recebem pacientes encaminhados por pneumologistas ou Otorrinolaringologistas  , cujas avaliações preliminares indicavam  suspeita de DRGE.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Causa das manifestações atípicas da DRGE</span></strong> :</p>
<p>Existem duas hipóteses principais para explicar a causa das manifestações atípicas da DRGE .</p>
<p>1)      Lesão direta na mucosa da  laringe e dos órgãos próximos,  provocada pelo  ácido vindo do estômago</p>
<p>2)       Refluxo na própria mucosa do esôfago distal , que estimula  o nervo vago , provocando reflexos esôfago-brônquicos aumentados  ( piora a asma , pigarro e tosse crônica por exemplo).</p>
<p>Nos pacientes com alteração das contrações do esôfago ( distúrbios de motilidade) nota-se uma associação importante com as manifestações atípicas respiratórias (asma, tosse crônica) , podendo ser essa alteração , também considerada uma causa.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Diagnóstico das manifestações atípicas </span></strong></p>
<p>1)      <strong><span style="text-decoration: underline;">Endoscopia Digestiva Alta</span></strong> – Exame que avalia o aspecto da mucosa do esôfago , estômago e duodeno. Os pacientes com sintomas atípicos raramente apresentam  alteração à endoscopia: ou seja , não se visualiza esôfago machucado ( Esofagites) .  Essa alteração é visualizada apenas em torno de 10 a 30% dos casos.</p>
<p>2)      <strong><span style="text-decoration: underline;">Laringoscopia</span></strong>: exame realizado pelo otorrinolaringologista . Exame endoscópico que visualiza a laringe ,  ideal para avaliação inicial dos pacientes com queixas otorrinolaringológicas . Inchaço da laringe é o achado mais comum.</p>
<p>3)      <strong><span style="text-decoration: underline;">Manometria esofágica</span></strong>: exame realizado para avaliar se as contrações do esôfago são normais ou ineficazes. O achado mais comum é a motilidade esofágica ineficaz . É um exame Importante para avaliação pré-operatória de pacientes que serão submetidos a tratamento cirúrgico</p>
<p>4)      <strong><span style="text-decoration: underline;">pHmetria esofágica de 24horas</span></strong> : é a  monitorização do pH esofágico em 24horas, através de uma fina sonda inserida na narina . É um exame bastante sensível  para detectar DRGE . É considerada uma boa ferramenta para aqueles pacientes que tem Endoscopia normal .</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Tratamento das manifestações atípicas</span></strong> :</p>
<p>1)      <strong><span style="text-decoration: underline;">Clínico </span></strong>: Uso de medicação que diminua a produção de ácido no estômago chamadas Inibidores de bomba de prótons  ( Ex:omeprazol , lanzoprazol , pantoprazol, rabeprazol e esomeprazol)</p>
<p>Geralmente as manifestações atípicas requerem  tratamento mais prolongado e com doses superiores  , quando comparado com o tratamento da DRGE com sintomas típicos</p>
<p>2)      <strong><span style="text-decoration: underline;">Medidas comportamentais</span></strong> : elevação da cabeceira da cama  ( 15cm) , moderar a ingestão de alguns alimentos  que pioram os sintomas ( gorduras , cítricos, café , bebidas alcoólicas , bebidas gasosas, produtos à base de tomate , chocolate) , evitar deitar-se nas duas horas posteriores às refeições, evitar refeições  copiosas , evitar o uso de roupas apertadas  , suspensão do tabagismo ,  além de perda de peso na presença de obesidade.</p>
<p>3)      <strong><span style="text-decoration: underline;">Cirurgia </span></strong>: Atualmente é usada uma técnica cirúrgica chamada fundoplicatura  videolaparoscópica . Com essa técnica constitui-se uma válvula anti-refluxo na região de falência das musculaturas citadas acima ( esfíncter esofagiano e diafragma), usando uma parte do estômago denominada fundo gástrico  , para evitar que ocorra a volta do ácido do estômago para o esôfago ou faringe.</p>
<p>A DRGE é uma doença de alta prevalência na população . Deve-se portanto estar sempre atento à  presença das suas manifestações tanto típicas quanto atípicas. Recomenda-se evitar a automedicação e procurar um médico especialista para investigar os sintomas e dar início ao tratamento adequado .</p>
<p>Virgínia Massote Paulinelli</p>
<p>Gastroenterologista<br />
CRM-DF: 12822</p>
<p><a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/foto-de-homem-segurando-oculos-pretos-3760137/">Foto de Andrea Piacquadio</a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/04/prodigestI12.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1290" title="prodigestI1" src="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/04/prodigestI12.jpg?resize=470%2C356" alt="" width="470" height="356" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/04/prodigestI2.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1286" title="prodigestI2" src="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/04/prodigestI2.jpg?resize=630%2C752" alt="" width="630" height="752" /></a></p>
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		<title>Esofagite eosinofílica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inovabr]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Esofagite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A esofagite eosinofílica é (EE) uma doença inflamatória do esôfago caracterizada pelo acúmulo de um tipo de célula de defesa – eosinófilo- na parede do órgão. Os eosinófilos são células relacionadas com processos alérgicos em nosso organismo, estando, por isso, a EE associada a outros tipos de alergia principalmente respiratórias, cutâneas e alimentares. A EE [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A esofagite eosinofílica é (EE) uma doença inflamatória do esôfago caracterizada pelo acúmulo de um tipo de célula de defesa – eosinófilo- na parede do órgão. Os eosinófilos são células relacionadas com processos alérgicos em nosso organismo, estando, por isso, a EE associada a outros tipos de alergia principalmente respiratórias, cutâneas e alimentares.</p>
<p>A EE acomete geralmente pessoas jovens, principalmente homens, com uma prevalência variável nos estudos entre 0,002 a 6%. Seu sintoma mais importante é a disfagia para alimentos sólidos (sensação  de parada de progressão do bolo alimentar), muitas vezes com impactação destes alimentos no esôfago. Cerca de 20% dos pacientes apresenta sintomas como azia, dor no peito, regurgitação alimentar, o que faz da EE um diagnóstico diferencial da doença do refluxo (que é bastante prevalente).</p>
<p>Quando há suspeita clínica o paciente deve realizar endoscopia digestiva alta com a qual o médico poderá observar achados comuns nesta doença como a presença de anéis ou estrias longitudinais no esôfago. O diagnóstico definitivo se dá por meio de biópsias realizadas durante o exame.</p>
<p>O tratamento da EE consiste na administração local de corticóides como a fluticasona ou budesonida, é eficaz e apresenta poucos efeitos colaterais. Recentemente vem sendo demonstrada a importância da cessação do tabagismo e do manejo nutricional no acompanhamento dos portadores da EE. Eliminar da dieta alimentos sabidamente alergênicos para cada paciente é de fundamental importância para o uso de menores doses de medicações e manutenção da doença sob controle.</p>
<p>Portanto, a EE é uma doença pouco prevalente, mas que tem sido cada vez mais diagnosticada nos últimos 10 anos. É uma importante causa de disfagia entre indivíduos jovens, mas que conta com tratamento seguro e eficaz.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/02/Anéis-Concêntricos3.bmp"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1281" title="Anéis Concêntricos" src="http://www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/02/Anéis-Concêntricos3.bmp" alt="Anéis Concêntricos" /></a>Anéis Concêntricos</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/02/Estrias-Longitudinais3.bmp"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1282" title="Estrias Longitudinais" src="http://www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2012/02/Estrias-Longitudinais3.bmp" alt="Estrias Longitudinais" /></a>Estrias Longitudinais</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Dra.Camila Nascimento de Freitas Diniz / CRM-DF 14413/  Hepatologia e Gastroenterologia<br />
</span></p>
<p>Bibliografia</p>
<p>1. Enns R, Kazemi P, Chung W, Lee M. Eosinophilic esophagitis: Clinical features, endoscopic findings and response to treatment. Can J Gastroenterol Vol 24 No 9 September 2010</p>
<p>2. Krishna S, Kakati B, Olden K, Brown D. Treatment of Eosinophilic Esophagitis: Is Oral</p>
<p>Viscous Budesonide Superior to Swallowed Fluticasone Spray? Gastroenterology &amp; Hepatology Volume 7, Issue 1 January 2011</p>
<p>3. Basilious A, Liem J. Nutritional management of Eosinophilic Gastroenteropathies: Case series from the community. Allergy, Asthma &amp; Clinical Immunology 2011, 7:10</p>
<p>4. Jonathan Ricker, Scott McNear, Timothy Cassidy, Eric Plott, Hays Arnold,Brian Kendall and Kevin Franklin</p>
<p>5. Alexander J, Katzka.  Therapeutic Options for Eosinophilic Esophagitis. Gastroenterology &amp; Hepatology Volume 7, Issue 1 January 2011</p>
<hr />
<p><a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/aluna-com-dor-de-cabeca-em-casa-3808016/">Foto de Andrea Piacquadio</a></p>
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		<title>Hepatite Viral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inovabr]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 21:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite Viral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hepatite viral é uma inflamação do fígado causada por vírus. Os vírus que mais comumente causam hepatites são os da Hepatite A (VHA), da Hepatite B (VHB) e da Hepatite C (VHC). Na maioria das vezes as hepatites virais só são diagnosticadas em exames de rotina, pois somente alguns casos evoluem com o aparecimento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2011/09/HEPATITES-VIRAIS.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1225" title="HEPATITES VIRAIS" src="https://i0.wp.com/www.prodigest.siteprofissional.com/site/wp-content/uploads/2011/09/HEPATITES-VIRAIS.jpg?resize=280%2C266" alt="" width="280" height="266" /></a>Hepatite viral é uma inflamação do fígado causada por vírus. Os vírus que mais comumente causam hepatites são os da Hepatite A (VHA), da Hepatite B (VHB) e da Hepatite C (VHC). Na maioria das vezes as hepatites virais só são diagnosticadas em exames de rotina, pois somente alguns casos evoluem com o aparecimento de sintomas inespecíficos (mal estar, náuseas, fraqueza, febre e dor no corpo) e/ou específicos (pele e olhos amarelados, urina escura, fezes esbranquiçadas, dor na região do fígado). As hepatites B e C podem se tornar crônicas podendo levar ao desenvolvimento de cirrose hepática e câncer de fígado.</p>
<p><strong>Hepatite A: </strong></p>
<p>É uma doença aguda do fígado, causada pelo vírus da hepatite A (HAV). A transmissão é feita por água e alimentos contaminados (transmissão fecal-oral). Mais da metade dos doentes podem ser assintomáticos. Os sintomas mais comuns são febre, dor abdominal, náuseas, além de icterícia. Em 99% dos casos segue-se a recuperação e cura sem problemas. Em 1% dos casos os sintomas podem ser muito mais graves e rápidos caracterizando a hepatite fulminante. Na hepatite A não há casos de doença crônica.<span id="more-1221"></span></p>
<p>O diagnóstico é confirmado através de exames de sangue onde são detectadas alterações de enzimas hepáticas e anticorpos contra o vírus da Hepatite A (Anti HAV IgM).</p>
<p>Não há tratamento específico. Quando necessário, usam-se medicamentos sintomáticos. Não cabem restrições alimentares. Deve-se evitar o consumo de álcool e de medicações sem orientação médica. Os casos de hepatite fulminante necessitam de cuidados hospitalares intensivos e podem requerer transplante de fígado como única forma de tratamento.</p>
<p>As medidas gerais para a prevenção da hepatite A são higiênicas. As vacinas com o vírus inativado se mostraram seguras e eficazes, conferindo proteção de 94-100%.</p>
<p><strong>Hepatite B:</strong></p>
<p>A hepatite B é uma doença infecciosa causada pelo vírus da Hepatite B (HBV). As transfusões de sangue são a principal via de transmissão da doença, ocorrência que se tornou rara com o rígido controle dos bancos de sangue. Atualmente, o uso compartilhado de seringas e agulhas entre usuários de drogas, assim como relações sexuais sem preservativo (camisinha) são as formas mais freqüentes de contaminação da população. Gestantes portadoras do vírus podem transmitir a doença para os bebês, sendo o momento do parto, a oportunidade em que ocorre a transmissão da doença.</p>
<p>Muitas pessoas são assintomáticas e descobrem que são portadoras do vírus em exames de rotina. Quando presentes, os sintomas ocorrem na fase aguda da doença e são semelhantes aos das hepatites em geral. Após a fase aguda, que pode passar despercebida, ocorre cura em mais de 95% dos adultos, porém 1 a 5% ficam com hepatite crônica. Desses, 25 a 40% podem desenvolver cirrose e câncer de fígado ao longo de décadas. Em crianças o risco de tornar-se portador de hepatite crônica é bem maior, cerca de 90% em recém nascidos e 50% da infância.</p>
<p>A hepatite B aguda não requer tratamento medicamentoso específico. Medicamentos sintomáticos podem ser usados ocasionalmente.</p>
<p>O tratamento da hepatite B crônica visa prevenir a evolução para cirrose e câncer de fígado, porém nem todos os portadores de hepatite B crônica precisam de tratamento imediato. Quando necessário, o tratamento pode ser feito com Interferon (convencional ou peguilado) ou Análogos de Nucleosídeos (lamivudina, adefovir, tenofovir e entecavir).</p>
<p>As principais formas de prevenir o contágio da Hepatite B são: controle efetivo de bancos de sangue, evitar o contato com sangue infectado, não compartilhar objetos cortantes e perfurantes e usar sempre preservativo nas relações sexuais.</p>
<p>A vacina para a hepatite B é altamente efetiva. No Brasil, a vacina está disponível gratuitamente na rede pública de saúde para todas as crianças, adolescentes e adultos jovens até 24 anos, trabalhadores da área da saúde, homossexuais, manicures e pedicures, usuários de drogas injetáveis e outros grupos de risco.</p>
<p><strong>Hepatite C:</strong></p>
<p>A Hepatite C é a inflamação do fígado causada pelo vírus da hepatite C (VHC), transmitido através do contato com sangue contaminado. Situações de risco são as transfusões de sangue (antes de 1993), a injeção compartilhada de drogas e os acidentes profissionais. A transmissão sexual do HCV não é freqüente e a transmissão da mãe para o feto é rara (cerca de 5%). Não são conhecidos casos de transmissão de hepatite C pelo leite materno. Apesar das formas conhecidas de transmissão, 20 a 30% dos casos ocorrem sem que se possa demonstrar a via de contaminação.</p>
<p>Na maioria dos casos a hepatite C é assintomática e os portadores só percebem que estão doentes anos após a infecção (vinte a trinta anos) quando apresentam um caso grave de hepatite crônica com risco de cirrose e câncer no fígado. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde no Brasil teríamos de 3,5 a 4 milhões de infectados.</p>
<p>O diagnóstico é feito através de exames de sangue que são: Anti HCV, HCV RNA qualitativo e quantitativo, Genotipagem, Dosagem de enzimas Hepáticas. Deve-se ainda fazer uma biópsia do fígado para avaliar o grau de acometimento do mesmo.</p>
<p>A progressão da doença depende de vários fatores relacionados ao vírus (viremia elevada e genótipo 1, por exemplo) e às condições do fígado (estado de imunodeficiência, o alcoolismo crônico, co-infecção com os vírus da hepatite B e do HIV, síndrome metabólica, etc.)</p>
<p>Ao contrário do que ocorre na hepatite B, não existe vacina para hepatite C. O tratamento está indicado principalmente nos pacientes não idosos, com alterações das enzimas hepáticas e biópsia hepática demonstrando inflamação e sinais de fibrose, sugerindo risco de progressão para cirrose.<br />
O tratamento indicado é feito com Ribavirina e Interferon Peguilado por 24 ou 48 semanas a depender do genótipo.</p>
<p>É considerada resposta ao tratamento da hepatite C quando o vírus continua indetectável no sangue por mais de seis meses após suspensão dos medicamentos.</p>
<p>A chance de cura da hepatite C é de 50% para o genótipo 1 e de 80% para os genótipos 2 e 3. Apesar disso, o tratamento não é indicado a todos os pacientes devido ao alto índice de efeitos colaterais, alguns deles graves.</p>
<p>Outra classe de droga que poderá ajudar no tratamento da hepatite C são os Inibidores de Proteases, que bloqueiam a reprodução do vírus através de uma específica enzima viral. Eles, entretanto, não curam a hepatite C, mas reduzem a carga viral à zero melhorando o efeito do tratamento padrão com Interferon e Ribavirina (cura em 100% no genótipo 2 e 3 e 80% no genótipo 1).</p>
<p>Dr. Fabiana Campos Maia Athayde<br />
Gastroenterologista / Hepatologista<br />
CRM-DF 11354</p>
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		<title>Doença hepática gordurosa não alcoólica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inovabr]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 16:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doença hepática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doença hepática godurosa não alcoólica, também conhecida com esteatose hepática, é o acúmulo de gordura no fígado que pode atingir cerca de 40% do órgão, sendo que o padrão normal é de 5%.<br />
As causas mais frequentes da doença são: obesidade, diabettes mellitus tipo II e hiperlipidemia (triglicérides alto e HDL – colesterol “bom baixo).</p>
<p><a href="<?php echo get_permalink(); ?>"> Read More...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.prodigest.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/doencadofigado.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1049" title="doencadofigado" src="https://i0.wp.com/www.prodigest.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/doencadofigado.jpg?resize=184%2C121" alt="" width="184" height="121" /></a>A doença hepática godurosa não alcoólica, também conhecida com esteatose hepática, é o acúmulo de gordura no fígado que pode atingir cerca de 40% do órgão, sendo que o padrão normal é de 5%.</p>
<p>As causas mais frequentes da doença são: obesidade, diabettes mellitus tipo II e hiperlipidemia (triglicérides alto e HDL – colesterol “bom baixo). Apesar de ser mais comum em obesos , pode ocorrer entre 10% a 51% dos indivíduos com peso normal.</p>
<p>Outros fatores de risco secundários são: medicamentos (amiodarona, nifedipina, tamoxifeno, cloroquina, corticosteróides e estrógenos), doença celíaca e o virus da hepatite C. A grande maioria dos pacientes é assintomática. Os sintomas, quando ocorrem, são inspecíficos, como desconforto na região abdominal (epigastro ou hipocôndrio direito).</p>
<p>A doença hepática gordurosa não alcoólica pode evoluir para formas graves com cirrose . Entretanto não está bem definida a sua história natural e prognóstico.<span id="more-208"></span></p>
<p><strong>Diagnóstico:</strong></p>
<p>1-Exames de laboratório (sangue) : os níveis das enzimas hepáticas (TGO, TGP e GGT) geralmente estão aumentados .<br />
2-Ultrassonografia de abdome: é o exame mais utilizado por não ser invasivo e possuir alta especificidade<br />
3-Tomografia de abdome e ressonância nuclear magnética: também podem ser utilizados, mas não são mais específicos que a ultrassonografia<br />
4-Biópsia hepatica: a indicação deve ser individualizada e discutida com cada paciente . Não é obrigatória a sua realização.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<p>1-Hábitos alimentares saudáveis e dietas equilibradas.<br />
2-Atividade física regular. O ideal é escolher uma atividade que lhe dê prazer para que não ocorra abandono da mesma<br />
3-A perda de peso deve ser gradual. Perdas muito rápidas podem acelerar a agressão ao fígado<br />
4-Controle da dislipidemia e do diabetes<br />
5-Ainda não existe uma medicação específica para tratar a doença. Podem ser usadas medicações chamadas sensibilizadores de insulina (metformina, pioglitazona e rosiglitazona).<br />
Drogas antioxidantes como vitamina E, N aceticisteína e probióticos mostram melhora apenas dos parâmetros laboratoriais.</p>
<p>Dra. CARMEM ALVES PEREIRA<br />
CRM/DF: 10453</p>
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